O que é fundamental para a sobrevivência de uma rede social
Vivemos em um cenário no qual cada rede social que surge tem uma grande dificuldade: sobreviver. Com a variedade de redes disponíveis na Internet, ter uma ideia original e que atraia ao público é cada vez mais difícil. Instagram, Twitter, Facebook… pense em algo e ele provavelmente está sendo, ou já foi feito por alguém.

Com o surgimento de um número maior de redes sociais, a competitividade se tornou um obstáculo para a sobrevivência. Algumas das redes acima, por exemplo, já viveram dias mais populares.
Além disso, para as redes já existentes, há outro empecilho: o de conseguir sobreviver em uma era na qual as inovações ocorrem em uma velocidade cada vez maior. Acompanhar essas inovações e adaptá-las a um modelo já existente é um obstáculo que grandes redes tem que ultrapassar para garantir a sobrevivência por mais um tempo.
O fundador da E-Dialog Renan Caixeiro deu uma entrevista na qual fala sobre os fatores fundamentais para a sobrevivência de uma rede social. Veja no vídeo abaixo:
Você também pode gostar de:
Por que consumidores curtem uma página no Facebook?
Ainda nos dias atuais, existem empresas que não entendem o Facebook como um grande aliado nas estratégias de marketing digital, sendo uma ferramenta muito importante para o relacionamento com o cliente. Ainda há empresas que possuem uma fanpage, mas que por um mau uso não conseguem aproveitar o potencial de uma presença empresarial na rede.
Parte de conseguir explorar esse potencial depende de entender seus hábitos. Uma pesquisa divulgada no Blog do E-Commerce apontou a forma de comportamento entre consumidores e marcas no Facebook, o que é fundamental para conseguir ser realizado um bom trabalho. Veja alguns resultados da pesquisa no infográfico abaixo:
Você também pode gostar de:
Flickr versus Instagram: um comparativo entre as redes sociais
O Laboratório de Convergência do Departamento de Comunicação Social (DCS)/Centro de Comunicação (Cedecom) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) divulgou um infográfico comparando duas redes sociais: o Flickr e o Instagram.
Sobre as redes sociais
O site do Flickr foi desenvolvido pela Ludicorp em Vancouver (Canadá), onde a empresa foi fundada em 2002. A empresa lançou o Flickr em fevereiro de 2004. Em março de 2005, o Yahoo adquiriu a Ludicorp e, consequentemente, o Flickr. Caracterizado também como rede social, ele permite a seus usuários criarem álbuns para armazenamento de suas imagens e entrarem em contato com fotógrafos de diferentes lugares do mundo.
Já o Instagram é um aplicativo gratuito que permite aos usuários tirar fotos, aplicar um filtro e depois compartilhá-la numa variedade de redes sociais, incluindo o próprio Instagram. Desenvolvido pelo brasileiro Mike Krieger e pelo norte-americano Kevin Systrom, inicialmente o aplicativo estava disponível nos Smartphones Apple iOS, sendo posteriormente disponibilizado no sistema Android. Em 9 de abril de 2012, o Facebook adquiriu o Instagram por aproximadamente 1 bilhão de dólares.
Veja um comparativo entre as redes sociais abaixo:
Você também pode gostar de:
As maiores Universidades Federais no Facebook
Nós realizamos um levantamento no dia 29 de abril de 2013 com o intuito de analisar quais são as maiores, as menores e até as Universidades Federais inexistentes no Facebook.
A primeira conclusão, antes da análise de conteúdo, é a de que as Federais não seguem um padrão nas redes sociais. A Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), por exemplo, possui várias fanpages, cada qual relativa a um campus (Seropédica e Três Rios são exemplos), mas nenhuma delas representa a Universidade como um todo.
Algumas das UFs, apesar de terem páginas, não a abastecem com conteúdo – a página da Universidade Federal do Acre (UFAC), por exemplo, não possui quaisquer postagens próprias.
É interessante observar ainda que as páginas das Federais de São Paulo figuram entre as menores páginas de Universidades do país: a Ufscar e a Unifesp possuíam, na data da pesquisa, entre 2100 e 2600 curtidas.
No último infográfico que divulgamos, sobre qual é o estado brasileiro proporcionalmente mais presente no Facebook, o Pará é, proporcionalmente o 3º estado menos presente na rede social. Ainda assim, a Universidade Federal do Pará (UFPA) é a segunda maior Universidade Federal brasileira, abaixo apenas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Veja mais informações no Infográfico abaixo:
Você também pode gostar de:
E-Dialog Hangouts #1 – Mídias Sociais e Esporte: o jogo já começou
Nesse primeiro Hangout, a discussão foi acerca da interface entre esporte e mídias sociais, na visão de quem trabalha com comunicação e tem relação com a área esportiva. No bate-papo estiveram presentes:
Bruno Guedes – jornalista
Oswaldo Botrel – assessor de imprensa
Renan Caixeiro – consultor da E-Dialog
Tiago Domingos – jornalista e pesquisador
Confira os destaques:
- Em alguns casos, como o Oswaldo destacou, os fakes têm contribuído para a marca ao invés de prejudicar. Segundo ele, se os mesmos não prejudicam, não devem ser combatidos. Foram citados casos como o do perfil fake de Celso Roth, @JuarezRoth.
- As iniciativas mais inovadoras ainda são pontuais no Brasil e não foi identificado um grande trabalho na área esportiva. Há casos como o @AmericaFCTO, que ganhou espaço por ter usado o Twitter de forma irreverente. Entretanto, ainda carecemos de cases com bons resultados.
- Um problema constante é a visão de dirigentes de que a mídia social acaba sendo mais um gasto e não um investimento. Capitalizar esse investimento é fundamental e ainda poucos fazem isso.
- Em linhas gerais, a falta de boas iniciativas em redes sociais é mais fruto de diversos problemas de gestão de entidades esportivas do que uma questão específica. Como Renan ressaltou, talvez seria apenas a ponta do iceberg.
Veja o Hangout completo abaixo:
Você também pode gostar de:
5 tipos de críticos nas redes sociais
As redes sociais têm se mostrado um espaço fértil para compartilhar as experiências. E cada postagem vale o prestígio (ou o desprezo) de uma marca, afinal tanto o bem quanto o malfeito se espalha rapidamente nas redes. Cada reclamação gera uma enchente de opiniões, que despertam reações a favor ou contra tal produto (vide casos de grande repercussão, como o Ades). Muitas vezes, esses críticos vão cobrar satisfação por erros, mesmo sem razão de reclamar – vide o caso abaixo, protagonizado pelo Estadão:

Pensando nisso, o Techinsider criou este infográfico, mostrando quais são os 5 tipos de críticos mais comuns nas redes sociais – e como lidar com cada um deles. Veja:

Você também pode gostar de:
Conheça o Pitchbox, uma rede social para quem tem ideias
Você é aquele tipo de pessoa que sempre tem boas ideias, até consegue planejá-las mas nunca consegue executá-las por ter empecilhos como falta de recursos e/ou pessoal? Como diria o Casseta e Planeta, “seus problemas acabaram” – temos uma rede social para você!
O Pitchbox é uma rede social com o objetivo de agrupar ideias, possibilitando um feedback positivo ou negativo para cada projeto proposto. Para tal, você pode disponibilizar um texto explicando seu projeto, bem como o que você precisa para torná-lo real. Veja na imagem como funciona:
O Pitchbox é o banco oficial de idéias da Associação Brasileira de Startups. Essa rede foi criada há pouco tempo (a fan page deles, por exemplo, foi criada no final de janeiro), mas já conta com mais de 200 projetos.
Você também pode gostar de:
Descubra o quanto você vale para as mídias sociais
Para as mídias sociais, como o Facebook e o Google+, uma fonte de renda é a comercialização de publicidade. E essa ocorre de acordo com as preferências que você declara nas redes.
Contudo, nem todos ficam felizes com essa situação, de empresas que rastreiam seus dados. Se você é uma dessas pessoas, saiba que surgiu um importante aliado neste sentido: o PrivacyFix.
Ele é uma extensão disponível para os navegadores Google Chrome e Mozilla Firefox que te permite não só controlar sua privacidade online pelo bloqueio de cookies, como também estimar quanto Google (não só a rede social G+, como todas as funcionalidades da empresa) e Facebook faturam anualmente com propaganda a partir da sua atividade nas páginas.
Confira mais sobre este plugin visitando seu site oficial
Você também pode gostar de:
O crescimento do mobile no Brasil
O mobile é uma tendência forte em todo mundo e está se consolidando cada vez mais no Brasil. Prova disso é que a Associação Brasileira de telecomunicações (Telebrasil) divulgou um estudo nessa semana, demonstrando um aumento no consumo de internet por meio de dispositivos móveis no país de 54%, comparado com o mesmo período de 2012.
O acesso à internet por meio da telefonia móvel está crescendo cada vez mais. Veja abaixo um infográfico que demonstra essa ascensão:
É relevante aqui ressaltar o quão importante é, para uma empresa, o uso do mobile como estratégia de marketing. Existem redes, como o Instagram, que pode concentrar um público inacessível em outras mídias sociais. Além disso, o número de pessoas que acessam a internet por aparelhos móveis ultrapassou, nos Estados Unidos, o número de usuários de computadores. Um comportamento que tende a ser também adotado no Brasil, modificando a relação entre usuário e meio.
Veja abaixo outro infográfico, que demonstra o crescimento do mobile nos EUA nos últimos anos:
Você também pode gostar de:
Gosta de compartilhar fotos de comida no Instagram? Conheça a rede social ideal para você!
Compartilhar fotos de comida no Instagram é um hábito. Diria mais: um ritual. Um tanto irritante para parte do público que frequenta a rede social, mas ainda assim é frequente.
Pois saiba que existe uma rede criada especialmente para você, que gosta de compartilhar imagens daquela pizza maravilhosa, ou daquele risoto divino: o Sharefood.

Essa rede social, criada por brasileiros, permite não só que seus usuários compartilhem fotos de pratos, como também tem um espaço especialmente para compartilhamento das receitas. Logo, é um espaço relevante para quem gosta de comer e para quem gosta de cozinhar.
Veja abaixo um vídeo sobre o Sharefood:












Mídias Sociais