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Qual a real intenção das empresas em ações de marketing duvidosas ou polêmicas? A Itaipava fez barulho com a propaganda do “Verão”. A dançarina Aline Riscado encarnou a garçonete no comercial que foi criticado por, mais uma vez, explorar a imagem da mulher como um objeto em uma propaganda de cerveja (quando vamos aprender com a Bohemia?). Vejam abaixo os dois exemplos.

Depois, foi a vez do Twitter da Itaipava virar notícia também por causa da Verão. Não pela peça em si, mas por uma ação da campanha, que pedia aos seguidores e fãs da cerveja para postarem com a hashtag #ficaverao, uma alusão à ideia de que “a Verão” iria embora com o fim do período de calor.

Postando com a hashtag, uma resposta viria do Twitter da Itaipava, agradecendo a participação.

Malditos ninjas da internet, o Twitter da Itaipava mal pôde ver seus movimentos (ou pôde?).

Alguém usou a hashtag para criticar a campanha e, surpresa! Foi respondido com a mesma resposta padrão. Ou seja, o Twitter da Itaipava estava automatizado para responder todos que usassem a hashtag – algo que não é novidade para quem mexe com mídias sociais, mas que foi o NOVO PLAYCENTER da internet para a galera que achou uma loucura a Itaipava agradecer as ofensas que eles receberam. Vejam uns exemplos:

twitter da itaipava 1

twitter da itaipava 2

twitter da itaipava 3

Tudo bem, não teve exatamente a repercussão positiva que toda marca espera que aconteça quando uma campanha é lançada. O questionamento é: a Itaipava realmente achou que fosse agradar a todos com uma campanha explorando a imagem da mulher?

A impressão é que a lógica seguida foi: “usando a Verão, vamos despertar a ira de alguns e a aprovação de outros. De qualquer forma, vão falar da marca”.

No Twitter da Itaipava, alguém acha que a lógica não pode ter sido a mesma? É difícil pensar que NINGUÉM imaginou que alguém apareceria para avacalhar a campanha.

A automatização da resposta durou por mais de um dia, o que reforça ainda mais essa impressão: a suposta falha vai fazer a campanha aparecer com muito mais eficácia do que a interação só com os fãs. E, de fato, aqui estamos falando dela.

O que vocês acham disso? Foi falha genuína ou foi uma falha pensada? Apoiam esse tipo de estratégia?

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