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Já virou tradição aqui na E-Dialog o post de “balanço” sobre o ano que passou. E 2012 foi ano muito intenso para o universo das redes sociais – prato cheio para dialogarmos por aqui.

Tivemos alguns pontos bem interessantes como as eleições brasileiras/americanas (onde muitos candidatos partiram em desespero para conseguir alguns votinhos por divulgação web), o IPO do Facebook e o crescimento de redes como o Pinterest. Cresceu, e muito, a participação dos smartphones no mercado – o mercado de aplicativos e o próprio desenvolvimento de websites foi afetado (quem oferece site em flash hoje em dia?). Como não dá para reunir tudo tudo em um só post (aconselho visitar nosso arquivo de artigos), optei por escrever um pouco sobre os pontos que julgo mais relevantes:

Consolidação do Facebook – “morte do Orkut”

A Google até tentou mas sua rede social criada em 2011, o Google+, ainda não emplacou. E o Facebook, soberano, com 1 bilhão de usuários cadastrados e IPO na Nasdaq. Se por um lado, as ações do Facebook não empolgaram o mercado, por outro, é um sinal de que as redes sociais são negócio “de gente grande”.

Sem essa de brincadeirinha de adolescentes ou lugar para bater-papo sem propósito. Mais e mais marcas estão investindo no Facebook e, de certa forma, os usuários têm convivido em relativa harmonia com isso – a presença de uma marca na rede social não tem incomodado tanto (72% seguem ao menos uma empresa). O Orkut, bem, o Orkut agoniza – é preciso ainda citá-lo pois, há cerca de 2/ 3 anos (época que fundamos a E-Dialog), o Orkut era a maior rede do país. Que o Facebook não se acomode pois o exemplo  do seu antigo rival é sinal dos tempos atuais.

Eleições 2012 na web

Pelo fato das eleições de 2012 serem municipais, o trabalho com mídias sociais ganhou maior extensão. Se em 2010 ainda era algo bastante restrito (até pela limitação de candidatos e cargos disponíveis), em 2012, viu-se uma maior movimentação do 2.0 interagindo com as mídias tradicionais. Spots de TV traziam endereços de Twitter e Facebook, militantes compartilhando memes de crítica, etc. Ainda que longe do ideal, essa movimentação foi uma boa notícia para quem trabalha com mídias sociais – a tendência é o campo político se abrir mais a essa forma de divulgação. Caso queira ler mais sobre o que penso desse assunto, recomendo a entrevista que concedi ao portal Acessa: Desempenho de políticos em redes sociais ainda não consegue atrair eleitores.

Mobile

Em 2010 e 2011, citamos isso nos posts de balanço do ano e perspectiva. É fato que esse é um mercado que chegou para ficar (há tempos). As vendas de smartphones crescem e crescem, os tablets ganham cada vez mais espaço. Não digo que todas empresas precisam pensar nisso agora mas já é bom “ir olhando”. Observar e pensar no que pode ser feito. Qualquer coisa, marque uma conversa conosco que lhe daremos algumas dicas heehhe.

Algumas perspectivas

  • Pequenas empresas investindo menos em website e mais em páginas no Facebook. Isso já está acontecendo com bares e restaurantes – e é super saudável (e, diria até, tem melhor custo benefício). Óbvio, qualquer um pode montar uma página no Facebook – o duro é tirar resultados disso.
  • Empresas mais exigentes em relação a métricas. Muitas empresas já saíram do oba-oba inicial de “estar nas redes sociais” – o grau de exigência por resultados efetivos (vendas) e métricas melhor delineadas será maior.
  • Maior acessibilidade ao desenvolvimento de aplicativos  mobile e para redes sociais às pequenas e médias empresas. São serviços ainda caros e restritos a uma pequena elite (em termos de investimento). Ao fim de 2013, poderemos ver um cenário mais competitivo, com mais desenvolvedores e menores preços.
  • Segmentação maior, tanto para anunciantes quanto para conteúdo. Uma das grandes forças do Facebook é a segmentação – e as demais redes estão evoluindo neste sentido. Se, por um lado, as questões de privacidade podem ganhar força, por outro, a tendência é aprimorar o filtro com questões como região. O local vai ganhar mais força, ante o global ou nacional.
  • A publicidade em meios tradicionais precisará dialogar ainda mais com a web. Ainda não é tão comum uma ação web ser base para peças na TV, por exemplo.
  • Resultados efetivos em mídias sociais, principalmente Facebook, dependerão mais de investimento relevante. É como anunciar na TV – maior audiência, fica mais caro encontrar um espaço para aparecer. A concorrência pelo usuário só aumenta na Internet e não tende a parar. Invista R$ 100,00 por mês em redes sociais e veja seu dinheiro ir para o lixo.

Como nosso negócio principal é o gerenciamento de redes sociais, gostaria de deixar essa dica final: quer ter resultados com Facebook, Twitter, etc? Mantenha execução constante, planejamento de, no mínimo, 6 meses e invista. Não existe mágica nem sucesso gratuito – é planejar e investir (se quiser resultado).
midia-social-2013-edialog