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As eleições 2012 estão chegando e, a julgar pelas últimas eleições, nossos candidatos tem investido cada vez mais no marketing político digital. E claro, assim como no mundo empresarial observamos diversos equívocos de estratégias, o mesmo acontece no campo da política. Terreno ainda pouco explorado durante as campanhas, são raros os casos de sucesso dos políticos nas redes sociais (o mais famoso foi a eleição de Barack Obama em 2008).

Por isso, reunimos aqui algumas estratégias em comunicação digital essenciais na disputa eleitoral:

1) Monitoramento
Já falamos exaustivamente aqui: mesmo se você não está na Internet, corre um grande risco de ainda assim estarem falando de você ou de sua marca por aqui. Então, nada melhor do que assumir seu posicionamento e, mais do que isso, buscar formas de interagir com o tipo de mensagem está relacionada com você. Para isso, é essencial o monitoramento. Ele permite prever crises, medir sua popularidade (menções positivas e negativas), acompanhar tendências, analisar concorrentes e comparar… Saiba mais aqui.

2) Ação nas redes sociais
Nas últimas eleições, Dilma, Serra e Marina, entre outros, adotaram os perfis nas redes sociais como o Twitter, como parte da estratégia de seu marketing político. Mais do que estar presente, respondiam perguntas, interagiam com eleitores, tudo, claro, auxiliado por sua equipe. O ideal é ser transparente quando se está por trás desses perfis e demonstrar quando é o candidato e quando é a equipe. De outro modo, o perfil perde a credibilidade e tem efeito contrário. Saiba mais aqui.

3) Sites
Durante sua campanha, ter uma central de conteúdo, seu canal oficial de informações, além dos já falados perfis nas redes sociais é essencial. É no site que o político pode aprofundar o conteúdo, explicitar suas propostas, gerar notícias… As vantagens são inúmeras, inclusive o site pode agregar funções de outras redes sociais. Alguns exemplos simples de conteúdo que às vezes são impossíveis de achar sobre um candidato: seção de perguntas e respostas mais comuns e divulgação da agenda de campanha (atualizada). Saiba mais aqui.

4) Aplicativos
Aplicativos são cada vez mais populares e reforçam ainda mais o engajamento dos usuários. Barack Obama, que sabe das coisas, já criou o seu para a próxima eleição (veja aqui), gerando um movimento de apoio em torno de sua campanha que é só ano que vem. Para saber mais sobre aplicativos veja aqui.