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Nessa quinta-feira, 22 de junho de 2017, o Facebook anunciou mudanças em sua missão e também lançou ferramentas para gerenciar comunidades na rede social. As novidades vão modificar toda a dinâmica da rede social e, no curto prazo, os grupos serão os mais impactados.

1. Por que o Facebook mudou sua missão?

Mark Zuckerberg anunciou ao mundo, na primeira Cúpula das Comunidades do Facebook, que após 13 anos de empresa, ele está mudando a missão da empresa para: “Dar às pessoas o poder de construir a comunidade e aproximar o mundo“. A missão anterior que foi a base para a construção da plataforma era: “Realizar uma missão social – para tornar o mundo mais aberto e conectado”.

A questão social continua forte, porém a principal diferença na missão é o direcionamento na construção de comunidades mais significativas, embora a rede social continue forte na conexão entre você e seus familiares e amigos.

Zuckerberg quer seus usuários cada vez mais engajados na rede, através de assuntos em comum, causas sociais, fornecimento de suporte e apoio para problemas pessoais e questões globais como mudanças climáticas, por exemplo. O CEO também explicou que essa missão não é totalmente nova em relação à ideia original, mas apenas amplia a responsabilidade do Facebook:

“Conectar amigos e familiares tem sido bastante positivo, mas acho que existe apenas esse sentimento coletivo de que temos a responsabilidade de fazer mais do que isso e também ajudar a construir comunidades e ajudar as pessoas a se exporem a novas perspectivas e conhecer novas pessoas – não apenas dar voz às pessoas, mas também ajudar a construir um terreno comum para que as pessoas possam avançar juntos “, disse Zuckerberg. 

2. Mudanças nos grupos do Facebook

De acordo com Mark Zuckerberg, hoje o Facebook conta com 1 bilhão de usuários que fazem parte de algum grupo na rede social. Porém destes, apenas 100 milhões dizem estar fazendo parte de algo realmente significativo. Para estimular essa expansão, novas mudanças para quem administra comunidades estão sendo implementadas, facilitando esse processo. As novidades são:

1) Novo painel de métricas em tempo real, o “Group insights” ou “Insights de grupo”.
Isso permite que os líderes da comunidade veja, dados em tempo real sobre crescimento de novos membros, engajamento dos participantes, melhores horários para gerar mais participação, entre outros.

2) Ferramenta para filtro de solicitação de associação
Dessa forma os administradores do grupo podem organizar os pedidos de novos membros a partir de categorias como gênero e localização.

3) Ferramenta para remoção de membros removidos
Este item garante mais segurança para os administradores, pois além de excluírem participantes, automaticamente haverá a remoção das publicações que este membro havia publicado.

4) Publicações agendadas
Com esta funcionalidade haverá a possibilidade de criar agendamento de conteúdo, economizando tempo dos administradores e moderados do grupo.

5) “Group-to-group-linking”, ou Recomendações de Grupos
Essa ferramenta será poderosa no sentido de promover e aumentar sub-comunidades. Com ela, os administradores poderão recomendar grupos semelhantes ou relacionados com a sua comunidade. Gerando mais interação e novas conexões.

Além dessas novidades, foi anunciado que o time de desenvolvedores trará mais mudanças futuramente.

3. Como as marcas podem interpretar essas mudanças

Com o redirecionamento da rede social para as comunidades, as marcas devem se atentar para essa tendência que na verdade indica um novo caminho, uma evolução de como os profissionais de marketing digital podem explorar as potencialidades das redes sociais.

Isso quer dizer que a linha editorial do conteúdo trabalhado pelas marcas pode ser cada vez mais focado em transformar suas páginas em ambientes melhores e mais abertos para criar movimentos que estimulem experiências, interações e ampliem a participação dos usuários.

Técnicas como o Conteúdo gerado pelo usuário, fazer mais perguntas e convidar seus curtidores e dividirem seus momentos sempre estiveram em alta. Mas agora reforça-se que uma boa prática é buscar campanhas e ações que conectem as pessoas em assuntos de interesse que movimentem as comunidades em prol de causas.

Mais do que se conectar com a marca, conhecer e se relacionar, os usuários querem e estão dispostos a evoluir esse relacionamento. Tal cenário ocorre quando as marcas conseguem se tornar referência em levantar e discutir temas relevantes para suas comunidades, por exemplo.

Esse tipo de conteúdo também não é necessariamente algo novo: já vemos muitas marcas se posicionarem em temas sociais e organizarem movimentos com a comunidade. Quanto mais uma marca gerar valor e promover temas relevantes, ela se conectará de verdade com seus consumidores.

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