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O blog da E-Dialog abordou nesta semana o desaparecimento da pauta “internet” nos discursos e debates dos candidatos que concorreram às eleições. O texto ainda falou das propostas superficiais de Dilma Rousseff e Aécio Neves para melhorar o desempenho da banda larga brasileira. Termos como “modernizar equipamentos” são recorrentes e, na verdade, não aprofundam uma questão séria: o brasileiro paga muito para ter pouco no mundo virtual. A velocidade da internet no nosso país, infelizmente, ocupa apenas o 89º lugar em um ranking elaborado por uma pesquisa da empresa Akamai.

A pesquisa até registrou uma notícia boa. No começo do ano, a velocidade da internet fixa brasileira era de 2,6 Mbps (megabits por segundo). No levantamento de agora, a média era de 2,9 Mbps. No entanto, a situação é alarmante quando o ranking lista países como a Malásia e Cingapura à nossa frente. A líder foi a Coreia do Sul, com média de 24,6 megabits por segundo. A pesquisa levantou também o pico de velocidade da internet. Hong Kong lidera o ranking com nada menos que 73,9 Mbps.

Compreensível estar atrás de pólos-referência em tecnologia como Coreia, Hong Kong e Japão. Mas a média brasileira de 2,9 ainda está a uma distância considerável da média mundial: 4,6 Mbps.

Fonte: UOL Tecnologia