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A revista Info (1ª versão para iPad), de maio/2011, trouxe um artigo de Dagomir Marquezi entitulado “Minha etiqueta no Facebook”. Como Marquezi ressalta em seu blog, ele não tem a pretensão de formular um guia absoluto – é apenas uma opinião. Aproveitando a ideia e as dicas da revista, traçamos algumas boas práticas. Também não temos a pretensão de criar um conjunto de regras infalível, afinal, a diversidade e a originalidade são fatores essenciais dentro das redes sociais.

1) Adeque a linguagem. Respeitadas as regionalidades da língua (que produzem situações interessantes), não há como negar que erros de português podem criar uma imagem ruim – alguns vão reparar. Se você é um empresário, estudante ou está no mercado de trabalho e tem, entre os amigos, clientes ou possíveis empregadores, o cuidado é importante. Quando os seus amigos são de outros países, você deve fazer escolhas: quando e como escrever de maneira que estrangeiros te entendam – em inglês ou outras línguas.

2) Opiniões fortes? Sinal amarelo ligado. Para muitos, às vezes é difícil segurar os comentários sobre política, religião e outros temas “delicados”. Gostei do que disse Marquezi no artigo: você não entra num bar e sai falando que vai votar em X ou Y. Além de criar inimizades, dificilmente você irá convencer alguém a tomar a mesma posição que você. Cabe ressaltar que não é maléfica a divulgação de artigos e notícias que façam menção a situações “delicadas” – com moderação.

3) Bar sem paredes. Parafraseando o pesquisador Marshall McLuhan (que afirmou que a fotografia é um “bordel sem paredes”), as redes sociais são assim: uma espécie de bar sem paredes. O que você fala para uma pessoa, numa “mesa”, pode facilmente chegar a outra a centenas de quilômetros de distância em segundos. Quando mais visado seu perfil, maior a chance de repercussão. Alguns erram ao pensar que estão falando somente aos seus amigos ou seguidores. Portanto, cuidado com a alta exposição e os comentários direcionados a certas pessoas.

4) Quem, realmente, que saber tudo sobre sua vida? Essa é uma pergunta que deve ser feita. Muitos se incomodam com pessoas que preenchem a timeline com coisas do tipo: “estou vestindo uma camisa vermelha”, “preciso comprar X”, “odeio brigar com fulano”, etc. Ainda que isso traga algum retorno, cabe compreender se seu público (amigos) vai gostar. No fim das contas, você pode ser bloqueado ou ter comentários “ocultados” e continuar falando… para ninguém.

As redes sociais, como Facebook, trazem possibilidades imensas de conexão – se bem utilizadas. Aos poucos, todos vão se ajustando e compreendendo a melhor maneira de atuar. E o mais importante é que, como sempre, nada substitui o bom senso.